quarta-feira, 15 de junho de 2011

O Trajeto

Vania Maria Broering - Maio/2011
       
       O acesso a Floripa que preciso pegar para chegar ao meu trabalho está difícil, posso até dizer que está de matar, ou que está quase parando, ou ainda está de enlouquecer, ou como escutamos alguém dizer, tá uma fila enorme. 

Muitos dias se passaram...

Estas idas e vindas do trajeto do meu trabalho me fizeram observar em qual trajeto o trânsito flui, e em qual não flui. Então hoje, um dia de pressa, não posso pegar a avenida expressa, porque de expressa hoje ela não tem nada, na verdade o trânsito ali hoje não tem pressa, está paradinho, paradinhoooooooo. Vou por outro caminho, o caminho dos que estão com pressa. Pego a Rua Irmãos Vieira, que é mais conhecida como a Rua da Igreja. Em seguida a Josué Di Bernard e dobro à direita na pequena Rua Acácio Moreira. Dobro novamente à direita e pego a Rua Egidio Ferreira, uma rua que todo mundo conhece como aquela do terminal de Capoeiras, o terminal que não deu certo e que está ali, novinho, mas, abandonado. Entro na Dib Cherem, este é o trajeto mais antigo desta região para chegar a Floripa, mas é por este trajeto que eu vou. Depois deste acesso outros foram construídos, como a Avenida Ivo Silveira e por último a Avenida Expressa. Voltando ao trajeto que estou percorrendo, já na Rua Santo Saraiva, dou uma espiada para a expressa... Xiiiiiii! O trânsito está lentinho ali nas proximidades do supermercado Angeloni. Ainda bem que hoje eu acertei: não peguei o ônibus na minha frente aqui nesta rua.

      Agradeço a Deus, pois cheguei à ponte. Aqui tem muita paisagem para admirar: o mar, os barcos, a marina, o morro da cruz. A cruz ali no morro ficou pequena, quase não se vê, igual o tempo, este também ficou pequeno, tenho hora para chegar, estou com pressa, tenho mais um trecho para passar, para enfim chegar ao final deste trajeto: a Universidade- onde ali está a universalidade das criaturas, e é um local difícil de chegar e de entrar.

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